Aos 28 anos, Fred teve a chance de entrar de vez na história do
Fluminense quando viu seu colega de ataque apontar as pernas para o ar.
Wellington Nem era lançado ao alto após um choque violento com o goleiro
Marcelo Lomba, do Bahia. Pênalti para o Flu. Fred, com a frieza de
sempre, balançou a rede, deu a vitória a seu time e virou o maior
artilheiro do clube em Brasileiros.
Ele ainda faria o segundo, também de pênalti, dessa vez, sofrido por
ele mesmo. Também deu duas assistências para gols de Thiago Neves e
Wallace:4 a 0, sem muita dificuldade.
Alcançou, assim, os 44 tentos com a camisa tricolor e superou no
ranking de artilheiros Magno Alves. Fred já havia deixado para trás
gente como Romário, Washington e Super Ézio.
Os toques de classe do artilheiro foram o ponto alto de um jogo fraco
tecnicamente. Quem foi ao Engenhão viu um primeiro tempo sonolento, no
qual o Fluminense buscava o gol sem muito ímpeto, e o Bahia apostava em
contra-ataques estéreis.
Em um deles, o último dos 45 minutos iniciais, Kleberson recebeu dentro
da área, teve a chance clara de marcar, mas foi interrompido pela
chegada providencial de Gum.
Antes disso, um impedimento inexistente já havia proibido Fred de
chegar mais cedo a seu gol histórico. Ele ficou livre na frente do
arqueiro, mas a jogada foi interrompida mesmo que dois jogadores do
Bahia lhe dessem condições de jogo.
A sorte do atacante estava reservada para o segundo tempo. Primeiro
converteu o pênalti sofrido por Wellington Nem. Depois, recebeu do
próprio Nem no bico da grande área, levantou os olhos e lançou com
precisão na cabeça de Thiago Neves.
O terceiro gol foi metade de Deco, o maior garçom do Fluminense. O
luso-brasileiro achou Fred na área. Fred caiu ao ser tocado. Com a mesma
tranquilidade de sempre, deslocou Marcelo Lomba na cobrança do pênalti.
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